Alienação Parental

Atualizado: Fev 15

Domingos Marini / 23.01.2021 / domingosmarini4@gmail.com


A Síndrome de Alienação Parental (SAP) é um distúrbio no qual a criança cria um sentimento de repúdio a um dos pais devido a doutrinação pelo outro progenitor ou tentativas da própria criança de deformar a imagem de um dos pais.


Esta Síndrome é reconhecida como o mecanismo de comportamento, em algumas famílias, durante o divórcio não sendo reconhecida como desordem pelas comunidades médica e jurídica que alegam falta de validade científica e confiabilidade.


Ruiz e Cardin referem que a alienação parental sempre existiu, mas que, nos tempos mais recentes, é que mediante a valorização do afeto em todas as relações de família e maior informação quanto a paternidade mais responsável permitiu-se a ter maior observância para sociedade desse comportamento.


A ruptura da vida conjugal pode impulsionar a não elaboração do luto de separação, o sentimento de rejeição e traição e o desejo de vingança.


O alienador pode ser o guardião da criança (pais ou familiares) onde é possível a ocorrência das situações a seguir:

- Difamação do genitor oposto para familiares, parentes, amigos e ao judiciário;

- Perpetuação de ideias que denigrem a imagem do genitor;

- Narração maliciosa de fatos que não ocorreram conforme a descrição dada pelo alienador;

- Criação de empecilhos à visitação e relacionamento com o menor;

-Tentativas de afastar o genitor da vida da criança.


Relaciono a seguir condutas mais adequadas dos cuidadores:

- Proporcionar estímulos para o desenvolvimento dos tipos de inteligência;

- Fomentar o desenvolvimento da liderança pessoal em contraponto à submissão infantil;

- Esclarecer e incentivar a priorização da valoração da vida em contraponto aos valores e influências sociais;

- Incentivar atividades no 3º setor para estimular e desenvolver a empatia com a sociedade.


Quanto ao ambiente em que a criança vive sugerimos:

- Procurar manter o local arejado, limpo e organizado;

- Espaço visualmente agradável e harmônico;

- Convivência acolhedora, benfazeja e fraterna;

- Comunicação aberta e tranquila respeitando a opinião alheia e o momento de falar e ouvir;

- Ensinar ao menor quando é o momento de calar evitando intensificar conflitos.


Referência bibliográfica:


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